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	<title>Arquivo de #sistemadegestaodasaude - Klingo</title>
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	<description>Sistema de gestão de clínicas</description>
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		<title>Protegendo sua Unidade de Saúde no Carnaval: Riscos, Estatísticas e Medidas Preventivas</title>
		<link>https://klingo.com.br/protegendo-sua-unidade-de-saude-no-carnaval-riscos-estatisticas-e-medidas-preventivas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editorial Klingo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jan 2025 12:35:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cibersegurança]]></category>
		<category><![CDATA[#carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[#ciberseguranca]]></category>
		<category><![CDATA[#segurancadigital]]></category>
		<category><![CDATA[#segurancanuvem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Carnaval é uma época de grande movimentação em diversas cidades brasileiras, trazendo consigo um aumento na demanda por serviços de saúde e desafios administrativos significativos. Além disso, os riscos cibernéticos se intensificam nesse período devido à redução de equipes e à maior exposição a ataques digitais. Neste artigo, abordaremos os principais riscos enfrentados por [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Carnaval é uma época de grande movimentação em diversas cidades brasileiras, trazendo consigo um aumento na demanda por serviços de saúde e desafios administrativos significativos. Além disso, os riscos cibernéticos se intensificam nesse período devido à redução de equipes e à maior exposição a ataques digitais. Neste artigo, abordaremos os principais riscos enfrentados por unidades de saúde durante o Carnaval, trazendo dados estatísticos relevantes e apresentando medidas preventivas essenciais para garantir a segurança e a continuidade dos serviços.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-3029" src="https://klingo.com.br/wp-content/uploads/2025/01/AdobeStock_177560069-300x200.jpeg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://klingo.com.br/wp-content/uploads/2025/01/AdobeStock_177560069-300x200.jpeg 300w, https://klingo.com.br/wp-content/uploads/2025/01/AdobeStock_177560069-1024x683.jpeg 1024w, https://klingo.com.br/wp-content/uploads/2025/01/AdobeStock_177560069-scaled.jpeg 2048w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Principais Riscos Administrativos e de Cibersegurança</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<ol>
<li><strong> Sobrecarga no Atendimento e Falhas na Gestão</strong></li>
</ol>
<p>Durante o Carnaval, as emergências hospitalares e unidades de pronto atendimento registram um aumento expressivo nos casos de intoxicação alcoólica, acidentes de trânsito e agressões físicas. Em Salvador, por exemplo, durante o Carnaval de 2015, foram registrados 714 atendimentos por intoxicação alcoólica, tornando essa a principal causa de busca por atendimento emergencial nesse período.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Medidas Preventivas:</em></p>
<ul>
<li>Reforçar as escalas de trabalho, garantindo equipe suficiente para lidar com a demanda;</li>
<li>Utilizar um sistema de gestão que otimize a alocação de recursos e evite gargalos no atendimento;</li>
<li>Monitorar estatísticas de atendimento em anos anteriores para prever necessidades.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-3028" src="https://klingo.com.br/wp-content/uploads/2025/01/AdobeStock_969120683-300x168.jpeg" alt="" width="300" height="168" srcset="https://klingo.com.br/wp-content/uploads/2025/01/AdobeStock_969120683-300x168.jpeg 300w, https://klingo.com.br/wp-content/uploads/2025/01/AdobeStock_969120683-1024x574.jpeg 1024w, https://klingo.com.br/wp-content/uploads/2025/01/AdobeStock_969120683-scaled-1250x700.jpeg 1250w, https://klingo.com.br/wp-content/uploads/2025/01/AdobeStock_969120683-scaled.jpeg 2048w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li><strong> Ameaças Cibernéticas e Ataques Digitais</strong></li>
</ol>
<p>A redução temporária da equipe administrativa e técnica pode facilitar ataques hackers e fraudes digitais, uma vez que criminosos aproveitam períodos de baixa vigilância para agir. Dados da empresa de segurança cibernética Kaspersky indicam que o Brasil é um dos países mais afetados por ataques de ransomware na América Latina, e o setor de saúde está entre os principais alvos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Medidas Preventivas:</em></p>
<ul>
<li>Implementar autenticação em dois fatores (2FA) para acesso ao sistema;</li>
<li>Garantir que todos os dispositivos estejam protegidos por firewalls e softwares de segurança atualizados;</li>
<li>Conscientizar funcionários sobre ataques de phishing e treiná-los para identificar tentativas de fraude.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="3">
<li><strong> Uso de Redes Wi-Fi Inseguras</strong></li>
</ol>
<p>Com a mobilidade da equipe e o uso de dispositivos pessoais, há um risco aumentado de acessos não seguros a redes Wi-Fi públicas, facilitando a interceptação de dados sensíveis.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Medidas Preventivas:</em></p>
<ul>
<li>Exigir que acessos remotos ao sistema sejam feitos apenas por pessoas autorizadas;</li>
<li>Implementar políticas rígidas de uso de dispositivos móveis para acesso a informações clínicas;</li>
<li>Utilizar criptografia de dados para proteger informações sensíveis.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="4">
<li><strong> Perda ou Roubo de Dispositivos com Dados Sensíveis</strong></li>
</ol>
<p>Ambientes movimentados e a necessidade de deslocamento aumentam o risco de perda ou roubo de dispositivos que armazenam informações sigilosas de pacientes.</p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Medidas Preventivas:</em></p>
<ul>
<li>Adotar criptografia de dados em todos os dispositivos móveis usados pela equipe;</li>
<li>Implementar soluções de rastreamento e bloqueio remoto em caso de perda;</li>
<li>Utilizar um sistema de gestão baseado em nuvem, evitando o armazenamento local de informações sensíveis.</li>
</ul>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>A Importância de um Sistema de Gestão de Última Geração</strong></p>
<p>Um sistema de gestão em nuvem como o <strong>Sistema Klingo</strong> pode ser um grande aliado para mitigar riscos durante o Carnaval e garantir o funcionamento eficiente da unidade de saúde. Algumas vantagens incluem:</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><strong>Segurança de Dados</strong>: Armazenamento seguro com backups automáticos e proteção contra ataques cibernéticos;</li>
<li><strong>Eficiência no Atendimento</strong>: Automação de processos e otimização da alocação de profissionais;</li>
<li><strong>Acessibilidade Segura</strong>: Possibilidade de acesso remoto controlado, garantindo continuidade operacional;</li>
<li><strong>Monitoramento em Tempo Real</strong>: Painéis de controle que permitem a tomada de decisões ágeis e embasadas em dados.</li>
</ul>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>A preparação adequada para o período de Carnaval é essencial para evitar contratempos administrativos e riscos cibernéticos nas unidades de saúde. Investir em um sistema de gestão avançado, como o <strong>Sistema Klingo</strong>, proporciona mais segurança, eficiência e controle sobre as operações, garantindo um atendimento de qualidade mesmo em períodos de alta demanda. Proteja sua unidade de saúde neste Carnaval e mantenha-se preparado para qualquer desafio!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-2916" src="https://klingo.com.br/wp-content/uploads/2024/10/img-laptop2-klingo-300x163.webp" alt="" width="300" height="163" srcset="https://klingo.com.br/wp-content/uploads/2024/10/img-laptop2-klingo-300x163.webp 300w, https://klingo.com.br/wp-content/uploads/2024/10/img-laptop2-klingo.webp 577w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>ERPs da saúde: Conheça um pouco sobre a história dos softwares de gestão.</title>
		<link>https://klingo.com.br/sistemas-de-gestao-da-saude-conheca-um-pouco-sobre-a-historia-dos-softwares-de-gestao-e-como-chegamos-ate-aqui/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editorial Klingo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Dec 2024 20:11:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão Digital]]></category>
		<category><![CDATA[#gestaodigital]]></category>
		<category><![CDATA[#historiadoerp]]></category>
		<category><![CDATA[#informaticanasaude]]></category>
		<category><![CDATA[#sbis]]></category>
		<category><![CDATA[#sistemadegestaodasaude]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje, os softwares da saúde são ferramentas indispensáveis ao bom funcionamento de qualquer empreendimento no setor. Mas como chegamos até aqui? &#160; Os ERPs da saúde percorreram um longo caminho desde a sua criação até chegar ao que são hoje. Os primeiros registros de uso de sistemas computacionais para a gestão de processos da saúde [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje, os softwares da saúde são ferramentas indispensáveis ao bom funcionamento de qualquer empreendimento no setor. Mas como chegamos até aqui?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os ERPs da saúde percorreram um longo caminho desde a sua criação até chegar ao que são hoje. Os primeiros registros de uso de sistemas computacionais para a gestão de processos da saúde remontam à década de 60, quando a empresa americana Lockheed (antes da fusão que deu origem à Lockheed Martin) desenvolveu o primeiro sistema computadorizado de tratamento de informações na esfera hospitalar. Essa época marcou o início da revolução digital em vários setores, incluindo a saúde. Hospitais e grandes consultórios médicos foram os primeiros a adotar sistemas de computador, principalmente para faturamento e agendamento de consultas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os primeiros computadores eram grandes, caros e limitados em funcionalidade, tornando o recurso inacessível para consultórios menores. Os sistemas eram complexos e carentes de interfaces gráficas. Nessa época, o software de gerenciamento de consultórios surgiu como uma extensão dos sistemas de informação hospitalar. As instalações médicas começaram a usar grandes computadores mainframe para armazenar registros de pacientes, gerenciar faturamento e processar sinistros. Esses sistemas foram criados sob medida para hospitais, e as primeiras soluções de software tinham funcionalidades limitadas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-3007" src="https://klingo.com.br/wp-content/uploads/2024/12/cbn_0109-1-208x300.jpg" alt="" width="208" height="300" srcset="https://klingo.com.br/wp-content/uploads/2024/12/cbn_0109-1-208x300.jpg 208w, https://klingo.com.br/wp-content/uploads/2024/12/cbn_0109-1-712x1024.jpg 712w, https://klingo.com.br/wp-content/uploads/2024/12/cbn_0109-1-scaled.jpg 1423w" sizes="(max-width: 208px) 100vw, 208px" /></p>
<p>No final da década de 1970 e início da década de 1980, os minicomputadores tornaram-se mais acessíveis e ofereceram aos prestadores de serviços médicos de pequeno e médio porte a oportunidade de usar registros eletrônicos e sistemas de faturamento. Os softwares durante essa época eram desenvolvidos por equipes internas de TI ou pequenos fornecedores especializados que atendiam especificamente às necessidades da saúde. Esses primeiros sistemas estavam focados em tarefas administrativas básicas, como faturamento, folha de pagamento e agendamento de consultas, mas ainda não incluíam documentação clínica ou gerenciamento de atendimento ao paciente. Eles careciam de interfaces amigáveis, recursos abrangentes e integração com outras tecnologias. Os dados eram frequentemente armazenados em silos e a comunicação entre diferentes departamentos e sistemas era complicada. Esses primeiros sistemas, além de caros, exigiam muito conhecimento técnico para serem mantidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>À medida que a computação se tornou mais difundida, o conceito de &#8220;software médico&#8221; como uma ferramenta de gerenciamento de dados e processos na indústria médica ganhou força, inclusive no Brasil. A informática aplicada à medicina chegou por aqui com um certo atraso em relação aos EUA e Europa, mas, no início da década dos anos 1970, o processo teve início simultaneamente em alguns centros universitários, dentre eles, o Hospital da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o Instituto do Coração e os Hospitais das Clínicas da USP em São Paulo e Ribeirão Preto.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-3011" src="https://klingo.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Assets-Klingo-2024-Post-para-Instagram-300x300.png" alt="" width="300" height="300" srcset="https://klingo.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Assets-Klingo-2024-Post-para-Instagram-300x300.png 300w, https://klingo.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Assets-Klingo-2024-Post-para-Instagram-1024x1024.png 1024w, https://klingo.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Assets-Klingo-2024-Post-para-Instagram-150x150.png 150w, https://klingo.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Assets-Klingo-2024-Post-para-Instagram.png 1080w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>O Núcleo de Tecnologia de Educação em Saúde, que foi fundado pelo professor Luiz Carlos Lobo, da UFRJ, iniciou pioneiramente a aplicação do minicomputador Digital PDP-11 em sistemas de apoio ao ensino. No hospital da UFRJ, grupos de pesquisa do Núcleo de Processamento de Dados e da COPPE desenvolveram os primeiros sistemas baseados em microcomputadores e no InCor, em 1976, foram montados os primeiros sistemas de monitoração fisiológica digital e de apoio aos testes hemodinâmicos do país.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A introdução de computadores pessoais (PCs) na década de 1980 foi um divisor de águas para a gestão digital da saúde. Os PCs permitiram que consultórios menores acessassem os recursos da computação que antes eram limitados a grandes hospitais e organizações. Os desenvolvedores de software começaram a criar software de gerenciamento de prática dedicados. Esses sistemas eram mais acessíveis e podiam lidar com tarefas essenciais, como cobrança, agendamento de pacientes e manutenção de registros médicos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-3010" src="https://klingo.com.br/wp-content/uploads/2024/12/5015673997_f0edbbb257_b-300x234.jpg" alt="" width="300" height="234" srcset="https://klingo.com.br/wp-content/uploads/2024/12/5015673997_f0edbbb257_b-300x234.jpg 300w, https://klingo.com.br/wp-content/uploads/2024/12/5015673997_f0edbbb257_b.jpg 1024w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O uso de sistemas informatizados para a gestão da Saúde no Brasil ganhou escala a partir de 1983, com a criação de novos grupos dedicados à pesquisa e ao ensino. O reconhecimento do grau de desenvolvimento nacional na área teve um marco no I Congresso Brasileiro de Informática em Saúde, que foi realizado em Brasília, por iniciativa do Ministério da Saúde, e resultou, com a organização dos pesquisadores presentes, na fundação, em novembro de 1986, da Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS), que se tornou o ponto de referência da atividade profissional brasileira na área.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No início dos anos 1990, o uso da tecnologia para a gestão de dados e processos na saúde se difundiu em áreas como medicina nuclear, cardiologia e robótica médica. O setor de saúde foi transformado pelos avanços tecnológicos e os softwares que surgiam desempenharam um papel significativo nessa transformação. A partir daí, os sistemas de gestão da saúde evoluíram de simples bancos de armazenamento e recuperação de dados para soluções complexas que ajudam profissionais de saúde a tomarem decisões informadas e melhorar os resultados dos pacientes.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-3009" src="https://klingo.com.br/wp-content/uploads/2024/12/08aca0a0d2138cc2b99e5b3ec05f6b86-300x195.jpeg" alt="" width="300" height="195" srcset="https://klingo.com.br/wp-content/uploads/2024/12/08aca0a0d2138cc2b99e5b3ec05f6b86-300x195.jpeg 300w, https://klingo.com.br/wp-content/uploads/2024/12/08aca0a0d2138cc2b99e5b3ec05f6b86.jpeg 640w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>Atualmente, a evolução dos softwares de gestão da saúde converge para o desenvolvimento de soluções baseadas em nuvem. O software baseado em nuvem oferece várias vantagens em relação às soluções tradicionais baseadas em servidores locais, incluindo escalabilidade, custo-benefício e acessibilidade. Outra tendência é o uso crescente de inteligência artificial e algoritmos de aprendizado de máquina em software de saúde. Essas tecnologias podem ajudar os profissionais de saúde a fazerem diagnósticos mais precisos, identificarem pacientes em risco de desenvolver certas condições e melhorarem os resultados dos pacientes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Encontrar o parceiro de desenvolvimento certo é crucial para as organizações de saúde que buscam soluções que atendam às suas necessidades específicas. Um bom parceiro de desenvolvimento deve ter experiência no setor de saúde, um profundo conhecimento dos requisitos regulatórios e um histórico de fornecimento de software de alta qualidade. Com o parceiro certo, as organizações de saúde podem desenvolver softwares que melhorem os resultados dos pacientes, aumentem a eficiência operacional e impulsionem o crescimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Multiempresas e 100% nuvem, o Klingo é um software completo e inovador para a gestão integrada de unidades de saúde. Prático, robusto e com uma interface intuitiva, ele conta com implantação simplificada, fácil migração de dados e congrega, numa só plataforma, as principais soluções digitais para unidades de saúde. Além de cuidar da gestão financeira, de faturamento e de suprimentos, o Sistema Klingo possibilita o agendamento online, a geração de orçamentos com a possibilidade de envio e conta com soluções inovadoras como: Módulo de Infusão para procedimentos de Oncologia e Reumatologia, Módulo de Vacinas integrado à gestão de suprimentos e o Módulo de Autorizações, para procedimentos de alta complexidade, além de sistema customizável de repasses médicos que atende às diversas regras remuneratórias do mercado brasileiro de saúde.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-2916" src="https://klingo.com.br/wp-content/uploads/2024/10/img-laptop2-klingo-300x163.webp" alt="" width="300" height="163" srcset="https://klingo.com.br/wp-content/uploads/2024/10/img-laptop2-klingo-300x163.webp 300w, https://klingo.com.br/wp-content/uploads/2024/10/img-laptop2-klingo.webp 577w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>E você, o que está esperando? Venha para o Klingo e eleve o nível de eficiência da sua gestão na saúde a um novo patamar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-2971" src="https://klingo.com.br/wp-content/uploads/2024/11/4-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" srcset="https://klingo.com.br/wp-content/uploads/2024/11/4-300x300.jpg 300w, https://klingo.com.br/wp-content/uploads/2024/11/4-1024x1024.jpg 1024w, https://klingo.com.br/wp-content/uploads/2024/11/4-150x150.jpg 150w, https://klingo.com.br/wp-content/uploads/2024/11/4.jpg 1080w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>O post <a href="https://klingo.com.br/sistemas-de-gestao-da-saude-conheca-um-pouco-sobre-a-historia-dos-softwares-de-gestao-e-como-chegamos-ate-aqui/">ERPs da saúde: Conheça um pouco sobre a história dos softwares de gestão.</a> apareceu primeiro em <a href="https://klingo.com.br">Klingo</a>.</p>
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